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- Postado por ««Ðäñðä®ä»» exatamente às 14h02
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A amizade torna os fardos mais leves porque os divide pelo meio. A amizade intensifica as alegrias, elevando ao quadrado, na matemática do coração. A amizade esvazia o sofrimento porque a simples lembrança do amigo é lenitivo com jeito de talco na ferida. A amizade ameniza as tarefas difíceis porque a gente não as realiza sozinho: são dois cérebros pensando e quatro braços agindo. A amizade diminui distâncias. Embora longe, o amigo é alguém perto de nós. A amizade enseja confidências redentoras; problema partilhado, percalço amaciado, felicidade repartida, ventura acrescida. A amizade coloca música e poesia na banalidade do cotidiano. A amizade é a doce canção da vida e a poesia da eternidade. O amigo é a outra metade da gente; o lado claro e melhor. Sempre que encontramos um amigo, encontramos um pouco mais de nós mesmos. O amigo revê, desvenda, conforta. É uma porta sempre aberta em qualquer situação. O amigo, na hora cena, é sol ao meio-dia, estrela na escuridão. O amigo é bússola e rota no oceano, porto seguro na tribulação. O amigo é o milagre do calor humano que Deus opera num coração. A tua amizade é muito importante para mim
- Postado por ««Ðäñðä®ä»» exatamente às 22h29
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"Friends" chega ao fim após 10 anos de diversão, de A a Z
Será que Ross (David Schwimmer) e Rachel (Jennifer Aniston) ficarão juntinhos e viverão felizes para sempre? Muita gente já sabe a resposta, mas ainda assim vale a pena sintonizar a TV no Warner Channel nesta terça-feira (6), às 20h, quando será exibido o episódio final do seriado "Friends".
Nos Estados Unidos, quando foi ao ar o desfecho da história do sexteto mais engraçado de Nova York, o país parou para ver qual foi o destino reservado para cada um dos personagens. Enquanto aqui todo mundo queria saber quem foi que matou o magnata Lineu, da novela "Celebridade", nos EUA a pergunta que não queria calar dizia respeito ao romance entre o paleontólogo Ross e a avoada fashionista Rachel. Mais de 50 milhões de pessoas sintonizaram seus televisores ao mesmo tempo para ver Rachel embarcando para Paris para trabalhar na Louis Vuitton, para acompanhar o nascimento do filho adotivo de Monica (Courteney Cox Arquette) e Chandler (Matthew Perry) e para não perder as derradeiras peripécias dos abilolados Phoebe (Lisa Kudrow) e Joey (Matt LeBlanc). Mas quem pensa que a história termina assim e não soube qual foi o final da história, conforme acaba de ser anunciado, deve se preparar para mais surpresas e reviravoltas.
O episódio final começa às 20h e terá uma hora de duração. Além do capítulo propriamente dito, o Warner Channel vai exibir também alguns dos melhores momentos desses 10 anos da sitcom e entrevistas feitas pelos brasileiros Bruno Werneck e Fabiana Saba lá no cenário da Central Perk, a cafeteria frequentada pelo sexteto em quase todos os episódios.
"Friends" é acusado de ser uma sitcom alienante e propagandista da era Bush, mas isso, na minha opinião, é a opinião de quem não consegue relaxar diante da TV. E as outras tantas sitcoms cuja única intenção é divertir, entreter e emocionar sua audiência? Elas também podem ser "acusadas" de ser alienantes? Isso é um elogio! A quem vê intenções malignas nas palhaçadas do sexteto, acredito que falta o humor que não faltou ao seriado, principalmente em suas primeiras temporadas.
Em 1998, o caderno "Ilustrada", do jornal "Folha de S.Paulo", fez uma matéria sobre sitcoms reunindo textos de várias pessoas explicando por que gostavam de cada série de sucesso. Eu fui convidado a escrever sobre "Friends" e publiquei o seguinte: "O nome do seriado é 'Friends' (amigos), mas bem que poderia ser 'Losers' (perdedores) - e é aí que está o segredo do sucesso da série. Os seis protagonistas são nova-iorquinos de vinte e tantos anos que conquistam a audiência sem superpoderes ou façanhas fantásticas. As três garotas e os três rapazes são bonitinhos, mas absolutamente 'normais' para o padrão norte-americano. Entre as meninas, uma é chef de cozinha, outra é massagista e a terceira trabalha no departamento de vendas da Bloomingdales. Um dos rapazes é um paleontólogo atrapalhado, outro é um ator desempregado e o terceiro é um enigma: ninguém sabe sua profissão. Quando foi criado, em 94, o seriado deveria funcionar como um clone de 'Seinfeld', só que voltado para a faixa etária imediatamente subjacente à do original. Deu certo. A série se mantém desde sua estréia entre as cinco maiores audiências da TV nos Estados Unidos".
Até hoje, prefiro acompanhar o cotidiano de gente assim do que sintonizar minha TV em séries policiais do tipo "C.S.I." ou em seriados de heróis como "Angel" e "Smallville". Se "Friends" é alienante e irreal, o que dizer então de "reality shows" como "Extreme Makeover" e "The Bachelor"? De real ali, não existe nem uma unha ou um cílio! E as demais sitcoms, como "Everybody Loves Raymond" e "Accoding to Jim", por exemplo? Elas são um tédio e em vez de me divertir, só me deixam mais deprimido! O dia em que a TV for tomada por sitcoms engajadas, eu vou deixar de assinar a TVA e a Net. Já imaginou uma série cômica intitulada "Campanheiros"? Tô fora!
- Postado por ««Ðäñðä®ä»» exatamente às 20h32
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